Dia 43 no calendário spin
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
WikiLeaks contra a democracia fake e o jornalismo faz de conta
Por Renato Rovai, em seu blog
As reportagens que estão sendo produzidas a partir da liberação de documentos públicos tratados como secretos pelo governo dos EUA apontam para um novo momento nas relações democracia e mídia e podem ser a base para a construção de um novo tempo nas relações entre público e privado.
No texto onde revela que “foi convidada por Julian Assange e sua equipe para trazer ao público brasileiro os documentos que interessam ao nosso país”, a jornalista Natália Viana chama isso de transparência radical. Arriscaria chamar esse novo processo de “democracia sem intermediários”. Nem governos nem a mídia podem ter o controle sobre as decisões e as informações que dizem respeito a toda a sociedade.
Aliás, parabéns ao Opera Mundi, que tem como editor o parceiro Breno Altman, e em especial à Natália Viana, que mostra mais uma vez que é jornalista de fino faro.
Ainda há muitos documentos dessa primeira leva que a WikiLeaks teve acesso (251,287 textos) para serem trabalhados. Mas mesmo isso é só o começo.
A partir dessas revelações o que está em jogo é a democracia fake a que estamos submetidos e esse jornalismo faz de conta, que tem como prioridade o sucesso comercial dos projetos e não a defesa do interesse público.
A defesa do WikiLeaks passa é fundamental para pavimentar o caminho da radicalidade democrática. E por isso é jogar contra esse processo ficar dando vazão a teorias conspirativas. Duvido que o vazamento desses documentos tenha a ver com a tentativa de desmoralizar ainda mais o governo Obama, até porque há muitas revelações contra a gestão Bush. Mas mesmo que fosse isso, há um jogo muito maior sendo jogado. E que nos interessa a todos, o jogo do fim das mediações.
Lembranças
Preciso parar com esta minha instabilidade, nem sei
Ontem foi aniversário do meu amigo que morreu, ele me dava uma certa certeza
Do que mesmo estou falando, há quem pense que éramos caso, que fiquei viúvo, jamais fizemos algo em termos de sexo, amizade apenas, éramos como irmãos, o irmão que não encontramos no seio familiar
Durante todo o dia de ontem lembrei-me dele, pois no dia do aniversário ele fazia questão que eu lhe telefonasse para lhe desejar parabéns ou ao menos lhe enviasse uma mensagem e eu, de pirraça, fazia ao contrário
Não queira perder seu grande amigo
Ontem foi aniversário do meu amigo que morreu, ele me dava uma certa certeza
Do que mesmo estou falando, há quem pense que éramos caso, que fiquei viúvo, jamais fizemos algo em termos de sexo, amizade apenas, éramos como irmãos, o irmão que não encontramos no seio familiar
Durante todo o dia de ontem lembrei-me dele, pois no dia do aniversário ele fazia questão que eu lhe telefonasse para lhe desejar parabéns ou ao menos lhe enviasse uma mensagem e eu, de pirraça, fazia ao contrário
Não queira perder seu grande amigo
Não é sobre drogas. É sobre território e armas, estúpido
Por Paulo Henrique Amorim. Na Categoria Brasil
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Uma conversa com o excelente policial delegado Beltrame neste sábado à tarde, na Secretaria de Segurança, no prédio da Central do Brasil, no Rio, deixa muito claro o que está por trás da vitoriosa estratégia dele.
Ele combate o tráfico de drogas, sim.
Mas, isso é secundário.
Sempre haverá consumo de drogas e sempre haverá uma forma ilícita de atender a esse consumo.
O problema do Rio, diz Beltrame, é que uma parte do território nacional – o complexo do Alemão – não podia ficar mais sob o controle do terror e da ditadura dos traficantes.
Não se pode imaginar que o Estado brasileiro entrasse ou controlasse a integridade de seu território – menos o complexo do Alemão.
Trata-se de uma questão de Segurança Nacional, que transcende os hábitos dos mauricinhos da classe média.
Esse pessoal que agride homossexual com lâmpada fosforescente.
Sempre haverá alguém para levar droga a esse tipo de consumidor.
O consumidor de crack é outra questão.
É uma questão de política social agressiva, como a que o Padim Pade Cerra jamais montou.
E, do centro de São Paulo, em direção à Av. Paulista, as ruas se tornaram um espetáculo degradante de miseráveis que se destroem com as pedras de crack e se deitam na primeira pilastra que encontram.
E os mauricinhos seguem em frente, protegidos pelo vidro fumê do automóvel.
A batalha contra o crack começa na UPP.
Clique aqui para ler no G1: “Alemão terá UPP até primeiro semestre de 2011, diz Cabral”.
Clique aqui para ler no UOL: “Exército ficará no Alemão até UPP chegar, diz Cabral”.
O Padim Pade Cerra jamais entendeu isso.
Como o Fernando Henrique jamais entendeu quando era presidente: lavou as mãos.
Ele dizia que o crime é problema dos Estados e não do Governo Federal.
Foi preciso o Lula botar o Jobim para trabalhar e entregar os anfíbios da Marinha e os blindados do Exercito no Alemão, para desmoralizar o “Estado Mínimo” do FHC e do Serra.
A prioridade do Beltrame e do Sérgio Cabral é o Estado.
A integridade do território nacional.
E, com isso, levar cidadania aos bairros pobres: escola, saúde, habitação, transporte.
Agência de banco.
Ene rgia elétrica que não seja gato.
Esgoto sanitário.
É tomar conta do pedaço.
Como me disse um policial, no alto de um blindado: estamos devolvendo a eles o que é deles.
Clique aqui para ler "Beltrame passa com um anfíbio por cima do PiG de São Paulo".
Clique aqui para ler "Beltrame para diretor geral da Polícia Federal – é uma forma de a PF voltar a ser Republicana".
Três anos atrás esse ordinário blogueiro foi fazer uma reportagem no Alemão.
Viu que os ca veirões não podiam subir por causa das barricadas de concreto, e porque os traficantes derramavam gasolina no asfalto: os caveirões derrapavam e não seguiam adiante.
E, há três anos, viu também as obras de alguns projetos do PAC.
O PAC estava empacado, como diz o PiG (*).
Neste último fim de semana encontrei lá, prontos e em uso.
Prédios de apartamentos do Minha Casa Minha Vida.
A escola "Jornalista Tim Lopes".
E uma Unidade de Pronto Atendimento de Saúde.
O PAC devidamente desempacado, para desespero do PiG (*).
Também vi no alto do morro, uma laje azul: o teleférico, que se inaugura ainda no Governo Lula.
Que vai levar o morador do alto do morro à estação de metrô.
O trabalhador vai dormir duas horas a mais, por dia.
São cinco estações de teleférico dentro do Alemão.
Como já existe no Pavão-Pavãozinho.
Um horror !
Prioridade do Beltrame também é desarmar o tráfico.
Não deixar o tráfico subjugar os moradores.
Ameaçar a cidade.
Fechar os túneis.
Matar inocentes.
Arma, só nas mãos do Estado ou daqueles que a Lei considera aptos a portá-las.
Um problema é a Lei de Execuções Penais.
O crime vem de fora do Estado do Rio, me disse o Beltrame.
Sim, das mulheres e advogados que vão visitar criminosos nos presídios de segurança máxima e, sob a proteção da Lei de Execuções Penais, trazem mensagens para os morros.
Ordens para atacar a Polícia.
O Obama manda no Bronx.
No Bronx não tem traficante armado, pronto para enfrentar a polícia e Nova York.
Mas, tem muito mauricinho que cheira.
Como em todo lugar do mundo.
Só na elite branca de São Paulo é que ninguém cheira nem faz aborto.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/11/29/nao-e-sobre-drogas-e-sobre-territorio-e-armas-estupido/
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Uma conversa com o excelente policial delegado Beltrame neste sábado à tarde, na Secretaria de Segurança, no prédio da Central do Brasil, no Rio, deixa muito claro o que está por trás da vitoriosa estratégia dele.
Ele combate o tráfico de drogas, sim.
Mas, isso é secundário.
Sempre haverá consumo de drogas e sempre haverá uma forma ilícita de atender a esse consumo.
O problema do Rio, diz Beltrame, é que uma parte do território nacional – o complexo do Alemão – não podia ficar mais sob o controle do terror e da ditadura dos traficantes.
Não se pode imaginar que o Estado brasileiro entrasse ou controlasse a integridade de seu território – menos o complexo do Alemão.
Trata-se de uma questão de Segurança Nacional, que transcende os hábitos dos mauricinhos da classe média.
Esse pessoal que agride homossexual com lâmpada fosforescente.
Sempre haverá alguém para levar droga a esse tipo de consumidor.
O consumidor de crack é outra questão.
É uma questão de política social agressiva, como a que o Padim Pade Cerra jamais montou.
E, do centro de São Paulo, em direção à Av. Paulista, as ruas se tornaram um espetáculo degradante de miseráveis que se destroem com as pedras de crack e se deitam na primeira pilastra que encontram.
E os mauricinhos seguem em frente, protegidos pelo vidro fumê do automóvel.
A batalha contra o crack começa na UPP.
Clique aqui para ler no G1: “Alemão terá UPP até primeiro semestre de 2011, diz Cabral”.
Clique aqui para ler no UOL: “Exército ficará no Alemão até UPP chegar, diz Cabral”.
O Padim Pade Cerra jamais entendeu isso.
Como o Fernando Henrique jamais entendeu quando era presidente: lavou as mãos.
Ele dizia que o crime é problema dos Estados e não do Governo Federal.
Foi preciso o Lula botar o Jobim para trabalhar e entregar os anfíbios da Marinha e os blindados do Exercito no Alemão, para desmoralizar o “Estado Mínimo” do FHC e do Serra.
A prioridade do Beltrame e do Sérgio Cabral é o Estado.
A integridade do território nacional.
E, com isso, levar cidadania aos bairros pobres: escola, saúde, habitação, transporte.
Agência de banco.
Ene rgia elétrica que não seja gato.
Esgoto sanitário.
É tomar conta do pedaço.
Como me disse um policial, no alto de um blindado: estamos devolvendo a eles o que é deles.
Clique aqui para ler "Beltrame passa com um anfíbio por cima do PiG de São Paulo".
Clique aqui para ler "Beltrame para diretor geral da Polícia Federal – é uma forma de a PF voltar a ser Republicana".
Três anos atrás esse ordinário blogueiro foi fazer uma reportagem no Alemão.
Viu que os ca veirões não podiam subir por causa das barricadas de concreto, e porque os traficantes derramavam gasolina no asfalto: os caveirões derrapavam e não seguiam adiante.
E, há três anos, viu também as obras de alguns projetos do PAC.
O PAC estava empacado, como diz o PiG (*).
Neste último fim de semana encontrei lá, prontos e em uso.
Prédios de apartamentos do Minha Casa Minha Vida.
A escola "Jornalista Tim Lopes".
E uma Unidade de Pronto Atendimento de Saúde.
O PAC devidamente desempacado, para desespero do PiG (*).
Também vi no alto do morro, uma laje azul: o teleférico, que se inaugura ainda no Governo Lula.
Que vai levar o morador do alto do morro à estação de metrô.
O trabalhador vai dormir duas horas a mais, por dia.
São cinco estações de teleférico dentro do Alemão.
Como já existe no Pavão-Pavãozinho.
Um horror !
Prioridade do Beltrame também é desarmar o tráfico.
Não deixar o tráfico subjugar os moradores.
Ameaçar a cidade.
Fechar os túneis.
Matar inocentes.
Arma, só nas mãos do Estado ou daqueles que a Lei considera aptos a portá-las.
Um problema é a Lei de Execuções Penais.
O crime vem de fora do Estado do Rio, me disse o Beltrame.
Sim, das mulheres e advogados que vão visitar criminosos nos presídios de segurança máxima e, sob a proteção da Lei de Execuções Penais, trazem mensagens para os morros.
Ordens para atacar a Polícia.
O Obama manda no Bronx.
No Bronx não tem traficante armado, pronto para enfrentar a polícia e Nova York.
Mas, tem muito mauricinho que cheira.
Como em todo lugar do mundo.
Só na elite branca de São Paulo é que ninguém cheira nem faz aborto.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/11/29/nao-e-sobre-drogas-e-sobre-territorio-e-armas-estupido/
segunda-feira, 14 de junho de 2010
O casamento de Felipe e Rafael
ig — 20 de maio de 2008 — Felipeh Campos e Rafael Scapucim falam sobre a cerimônia de casamento na religião do candomblé
quarta-feira, 5 de maio de 2010
A semana de arte moderna de 22 e a relação dos estrangeiros com a nossa cultura e vice-versa
A Semana de Arte Moderna de 22 tratou da nossa relação com o estrangeiro com maestria.
O evento histórico fez-nos entender o conceito de antropofagia, a importância de, ao invés de se copiar o que vem de fora, devorar tais conteúdos.
Devorar e em seguida digerir ao nosso modo para, então, vomitarmos uma coisa nova sem ser cópia.
http://daniellathompson.com/Daniella.htm
O evento histórico fez-nos entender o conceito de antropofagia, a importância de, ao invés de se copiar o que vem de fora, devorar tais conteúdos.
Devorar e em seguida digerir ao nosso modo para, então, vomitarmos uma coisa nova sem ser cópia.
http://daniellathompson.com/Daniella.htm
No blog tem umas entrevistas em português..Aqui algumas..
Meu pai, o chorãoA cantora Giselle Martine falade Gerson Ferreira Pinto.
http://daniellathompson.com/Texts/Depoimentos/Gerson_Ferreira_Pinto.htm
Esta aqui também:
"Daniella Thompson:Esta entrevista foi concedida para meu artigo sobre:: Acari Records que saiu em inglês na revista Brazzil
De Daniella Thompson:
Luciana RabelloA cavaquinista fala de sua vida e música
http://daniellathompson.com/Texts/Depoimentos/Luciana_Rabello.htm
Aqui a mesma entrevista, em inglês, na revista Brazzil
http://www.brazzillog.com/pages/musapr00.htm
...Dê uma olhada no site da Daniella,,,segue link
http://daniv.blogspot.com/
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Ontem
Neste vídeo eu na chácara do Valdo, eu de boné
O sol como nunca visto antes - Clique aqui
Hoje estou aqui - Clique aqui
segunda-feira, 27 de abril de 2009
O Trono
Reconstituir a História do SPIN.
Foi isto que foi feito no começo deste spin, era este o processo, assim como agora quando, após escrever, este spin dormiu e sonhou.
Fechou os olhos e viu.
Viu um trono de um rei.
A peça era decorada com as crenças.
As crianças se divertiram com as últimas crenças dos adultos.
Elas adoraram o trono.==============
.
Clique na imagem para ler

Forma 43: O Trono
Foi isto que foi feito no começo deste spin, era este o processo, assim como agora quando, após escrever, este spin dormiu e sonhou.
Fechou os olhos e viu.
Viu um trono de um rei.
A peça era decorada com as crenças.
As crianças se divertiram com as últimas crenças dos adultos.
Elas adoraram o trono.==============
.
Clique na imagem para ler
Forma 43: O Trono
domingo, 26 de abril de 2009
Últimas Crenças
Ao invés de querer saber como eu era quando potro, agora quero saber o que eu fiz quando estive por aqui há um mês, ano, século, milênio atrás
Lembro-me agora, fiz uma porção de relatórios para o spin médico, um homeopata unicista
Aquela foi uma oportunidade única para expressar-me
Uma maravilha ter-me sido possível expressar-me no espaço daquele consultório médico, isto no final da década de 70, atravessando as décadas seguintes, 90 e a primeira deste século
Escrevi bastante
Hoje refiz isto ao postar isto no Hospital do SPIN
Após escrever isto, dormi e sonhei
Fechei os olhos e vi o trono de um rei
A peça estava decorada com as últimas crenças
As crianças adora minha obra
Forma 43: O Trono Decorado Com as Ùltimas Crenças
Lembro-me agora, fiz uma porção de relatórios para o spin médico, um homeopata unicista
Aquela foi uma oportunidade única para expressar-me
Uma maravilha ter-me sido possível expressar-me no espaço daquele consultório médico, isto no final da década de 70, atravessando as décadas seguintes, 90 e a primeira deste século
Escrevi bastante
Hoje refiz isto ao postar isto no Hospital do SPIN
Após escrever isto, dormi e sonhei
Fechei os olhos e vi o trono de um rei
A peça estava decorada com as últimas crenças
As crianças adora minha obra
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
O novo calendário, composição com disco
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